Motociclistas correspondem a 54% dos mortos em acidentes de trânsito em Cuiabá e Várzea Grande em 2020

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Ao todo, 113 pessoas morreram em acidentes de trânsito em Cuiabá e Várzea Grande e, destas, 73 eram motociclistas.

Em 2020, das 113 mortes por acidentes de trânsito em Cuiabá e Várzea Grande, 73 foram de motociclistas, o que corresponde a 54,79% das vítimas. Em, em janeiro deste ano, o percentual ainda é maior. Dos 11 vítimas fatais de acidentes de trânsito, 75% do total de todas as mortes no trânsito.

O delegado Christian Cabral, da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito, o aumento na frota de veículos, principalmente de motocicletas, contribui com o aumento da violência no trânsito.

“A motocicleta é por si só um veículo extremamente perigoso e o uso e inconstância desses veículos tendem a contribuir para o agravamento da violência no trânsito”, disse.

Ele citou que nos últimos cinco anos a frota de veículos de Mato Grosso aumentou em quase 50 mil veículos e as motocicletas representam aproximadamente 10% desse total. “Isso está refletindo no aumento da violência no trânsito”, afirma.

O motoboy Arthur Cruz da Silva que tem uma empresa de entregas expressas há quatro anos, chegou a desistir do negócio, mas voltou durante a pandemia. Ele reconhece que alguns colegas não respeitam as leis de trânsito, mas diz que a maioria merece um cuidado maior de quem está ao volante.

“A gente precisa desse respeito também de quem anda no carro, de quem está dirigindo ônibus, de quem está transitando um caminhão. O nosso trabalho também é importante”, afirma.

Em 2020, das 113 mortes por acidentes de trânsito em Cuiabá e Várzea Grande, 73 foram de motociclistas, o que corresponde a 54,79% das vítimas. Em, em janeiro deste ano, o percentual ainda é maior. Dos 11 vítimas fatais de acidentes de trânsito, 75% do total de todas as mortes no trânsito.

O delegado Christian Cabral, da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito, o aumento na frota de veículos, principalmente de motocicletas, contribui com o aumento da violência no trânsito.

“A motocicleta é por si só um veículo extremamente perigoso e o uso e inconstância desses veículos tendem a contribuir para o agravamento da violência no trânsito”, disse.

Ele citou que nos últimos cinco anos a frota de veículos de Mato Grosso aumentou em quase 50 mil veículos e as motocicletas representam aproximadamente 10% desse total. “Isso está refletindo no aumento da violência no trânsito”, afirma.

O motoboy Arthur Cruz da Silva que tem uma empresa de entregas expressas há quatro anos, chegou a desistir do negócio, mas voltou durante a pandemia. Ele reconhece que alguns colegas não respeitam as leis de trânsito, mas diz que a maioria merece um cuidado maior de quem está ao volante.

“A gente precisa desse respeito também de quem anda no carro, de quem está dirigindo ônibus, de quem está transitando um caminhão. O nosso trabalho também é importante”, afirma.

Um dos acidentes que teve repercussão e gerou revolta matou Fábio Pereira Andrade, de 40 anos. No dia 6 deste mês, ele foi atingido por uma caminhonete quando fazia uma entrega de lanche de moto no Tijucal, em Cuiabá. O impacto foi tão forte que o corpo passou por cima do capô e foi parar na caçamba da caminhonete.

No mesmo dia em que Fábio foi atropelado, um motociclista bateu em um poste no bairro Santa Izabel, na capital. Já na tarde de segunda-feira (8), outro motociclista morreu ao bater na traseira de outro veículo.

O velocímetro da moto travou quando indicava 120 km/h. O acidente foi na rodovia Mário Andreaza em Várzea Grande sentido Cuiabá. O motociclista morreu no local e, com a batida, o carro foi arremessado e parou do outro lado da pista, no sentido contrário. O motorista do carro fez o teste do bafômetro e por não estar alcoolizado foi liberado pela Polícia Civil.

POR G1 MT

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